universidade livre e colaborativa

prof. euler sandeville



por um conhecimento livre e sensível, por um mundo livre e em paz

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UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA
docente responsável: Euler Sandeville Jr.



página em construção

Este projeto valoriza a capacidade interpretativa dos processos urbanos e ambientais relacionando escalas regionais e locais, acompanhando políticas públicas, realizando estudos de percepção e de memória da paisagem com moradores, estudos de conectividade ambiental urbana, estudos colaborativos de potencialidades de paisagem.

Trata-se de uma pesquisa exploratória que se entrelaça com outras pesquisas docentes, suas atividades didáticas e de orientação, constituindo uma base empírica de aplicação e diálogo. Espera-se contribuir na construção de processos autogestionados e independentes na transformação do ambiente, sobretudo a partir da ação no âmbito cultural, do aprendizado (educação) livre, e da pesquisa participante.

Os trabalhos foram iniciados nessa perspectiva em 2002, e com a constituição do Núcleo de Estudos da Paisagem em 2003. Adotamos a partir de 2008 um foco na Região Metropolitana de São Paulo, o que permitiu uma articulação crescente entre as pesquisas e entre essas e as demais atividades desenvolvidas pelo grupo em projetos de ensino e ação com parceiros externos à USP, permitindo desenvolvermos nesses trabalhos a ideia que chamamos de Universidade Livre e Colaborativa. Apesar de vários ensaios nesse sentido, as experiências mais exitosas foram os trabalhos com a Pedra Grande em Atibaia e os projetos na Brasilândia, no doutoramento de Cecilia Angileli. Com isso foi possível efetivamente levar a cabo esse projeto a partir de 2011 o programa UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA EM PERUS, concebido em parceria com professores, moradores, lideranças locais na região Noroeste da metrópole, tendo como referência territorial além dos distritos de Anhanguera e Perus, a região definida a partir dos Parques do Juqueri, Jaraguá e Anhanguera, em especial do Distrito de Perus.

A proposta de uma UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA é um projeto definido em processo, a partir da qual o Núcleo de Estudos da Paisagem do LABCIDADE pauta uma parte relevante de suas pesquisas e projetos didáticos e que tem encontrado parceiros importantes em vários momentos na cidade. Vem se solidificando desde 2011 com as parcerias na região de Perus. Desde 2011 os trabalhos são organizados conjuntamente com o Projeto Coruja e com membros da Comunidade Cultural Quilombaque configurando um projeto comum, e já possibilitou cooperação com dezena de iniciativas e coletivos juvenis e culturais de Perus e Região articulados na REDE VIVA PERIFERIA VIVA (da qual participamos da fundação através da Espiral) e outros importantes grupos locais. Com todos esses parceiros há uma grande afinidade de princípios. O encontro com esses grupos está permitindo surgir um novo projeto colaborativo e autônomo, que dá o devido alcance e complexidade ao desenho da UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA.

No entanto, diversas foram as experimentações didáticas anteriores (realizadas pelo grupo) sob essa perspectiva. Já se desenvolveram ações através de disciplinas em Atibaia (2007), Heliópolis (2009), Brasilândia (2010) e Perus (2012 e 2013) além de pesquisas de iniciação a doutorado em Brasilândia, Heliópolis, Jardim Julieta, Perus e na área de mananciais na zona sul. O material referente a esses projetos pode ser visitado em várias seções deste portal, em especial a partir de sua primeira página na seção Núcleo de Estudos da Paisagem. Da mesma forma, a construção da parceria com professores e agentes culturais em Perus, nos mostrou uma luta que remonta aos Queixadas e vem sendo desenvolvida sobretudo desde 2002 por diversos agentes políticos e culturais locais, que nos tem permitido nesse diálogo um conjunto de convergências.

Assim, o que se vê desse projeto a partir de 2011 é um trabalho conjunto do NEP com esses parceiros em Perus e região, no qual os projetos são construídos coletivamente, procurando um reconhecimento, enriquecimento e transformação dos saberes de todos nós. A prática não reconhece nenhuma legitimidade de hierarquia entre os saberes institucionalizados no sistema educativo atual, ao contrário, reconhece que o aprendizado de parte a parte é horizontal e criativo e aponta para imensas possibilidades de contribuir dialogicamente para uma transformação do real em que atuamos, vivemos e partilhamos.

Os nossos princípios, baseados na Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento, bem como a proposição da Espiral, podem ser acessados na página inicial deste portal. Esses princípios são assumidos como base deste projeto e alimentam os acordos de gestão das atividades durante sua duração.




      










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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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