núcleo de estudos da paisagem e da cultura: natureza, arte, cidade

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Algumas atividades didáticas do Núcleo de estudos da Paisagem em sua primeira fase.


tabacaria, uma filosofia de aprendizagem

O saber quando não humaniza deprava. Refina o crime e torna mais degradante a covardia."
(Mikhail Bakunin)

ENSINO DE GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO, EXTENSÃO

primeiro semestre de 2019

graduação

2019/1 AUP 652 PLANEJAMENTO DA PAISAGEM (disciplina obrigatória, graduação FAU) ↓

extensão

2019/1 FORMAÇÃO PARA A CIDADE NO TERRITÓRIO DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM: O PARQUE DO JARAGUÁ E SUA DINÂMICA NATURAL (curso de difusão para alunos, professores e agentes comunitários na área do TICP JP)

segundo semestre de 2019 (previsão, por confirmar)

pós-graduação

2019/2 AUP5883 - PAISAGENS CONTEMPORÂNEAS: TERRITORIALIDADES E TENSÕES CULTURAIS (pós-graduação)

graduação

2019/2 AUP-650 ARQUITETURA DA PAISAGEM (disciplina obrigatória).

extensão

2019/2 FORMAÇÃO PARA A CIDADE NO TERRITÓRIO DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM: O PARQUE PINHEIRINHO D’ ÁGUA E O TERRITÓRIO AFETIVO (curso de difusão para alunos, professores e agentes comunitários na área do TICP JP)

2019/2 FORMAÇÃO PARA A CIDADE NO TERRITÓRIO DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM: O PARQUE RIBEIRÃO PERUS E O PARQUE A LUTA DOS QUEIXADAS: A CONECTIVIDADE DESEJÁVEL (curso de difusão para alunos, professores e agentes comunitários na área do TICP JP)


"Imagino na entrada das universidades um monumento aos alunos sem nome dos ciclos básicos. Seguramente acompanhado do monumento aos professores sem nome. Estas são pessoas muito importantes, às quais não se dá importância alguma, senão quase que só numérica, no país. Esse monumento tem muita razão de ser, e é invisível, como os humanos aos quais é dedicado. É construído com ideias e afetos, com ações e experimentações. Tem uma espacialidade que se estende como uma respiração através de todos os meandros da instituição, reanimando as pessoas que estão sedentas de ar puro. Não com matéria, nem certificados, nem com registros. É criado animado por um espírito livre, como um sopro quase imperceptível, como passa imperceptível a multidão à qual se refere (dezenas de milhões!). Este monumento sem nome, deve nos lembrar uma espiral em busca da sua verdade com e diante dos outros, solidária: aprendizado."
Euler Sandeville Jr. Paisagens Partilhadas. São Paulo: Tese de Livre Docência, FAU USP, 2011.



"A transitividade crítica, [...], se caracteriza pela profundidade na interpretação dos problemas. Pela substituição de explicações mágicas por princípios causais. Por procurar testar os achados e se dispor sempre a revisões. Por despir-se ao máximo de preconceitos na análise dos problemas. Na sua apreensão, esforçar-se por evitar deformações. Por negar a transferência da responsabilidade. Pela recusa de posições quietistas. Pela aceitação da massificação como um fato, esforçando-se, porém, pela humanização do homem. Por segurança na argumentação. Pelo gosto do debate. Por maior dose de racionalidade. Pela apreensão e receptividade a tudo o que é novo. Por se inclinar sempre a arguições."
FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: IPF/Cortez, 2001.


Conceituação da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento, por Euler Sandeville Jr., 2003
      

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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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