ensino, publicações, ensaios

prof. euler sandeville


espiral     núcleo de estudos     história da cultura     processos colaborativos     ensino e pesquisa     apoio didático     sobre

foto: Euler Sandeville Jr., Aricanduva, São Paulo, SP, disciplinas de pós-graduação Ambiente e paisagem Metropolitana (com prof. Fabio Mariz) e de graduação Gestão da Paisagem e do Ambiente (com profa Heliana Vargas)



graduação na USP

pós-graduação na USP

tabacaria, uma filosofia de aprendizagem

publicações e ensaios (+50 artigos já disponibilizados)



linguagem e metodologia projetual

pesquisas docentes: mestrado, doutorado e livre docência


página de abertura do sítio




Desenho: Bactris hirta Mart. [as Bactris unaensis Barb. Rodr.]. Barbosa Rodrigues, J..Sertum palmarum brasiliensium, vol. 2: t. 17 (1903).
"Imagino na entrada das universidades um monumento aos alunos sem nome dos ciclos básicos. Seguramente acompanhado do monumento aos professores sem nome. Estas são pessoas muito importantes, às quais não se dá importância alguma, senão quase que só numérica, no país. Esse monumento tem muita razão de ser, e é invisível, como os humanos aos quais é dedicado. É construído com ideias e afetos, com ações e experimentações. Tem uma espacialidade que se estende como uma respiração através de todos os meandros da instituição, reanimando as pessoas que estão sedentas de ar puro. Não com matéria, nem certificados, nem com registros. É criado animado por um espírito livre, como um sopro quase imperceptível, como passa imperceptível a multidão à qual se refere (dezenas de milhões!). Este monumento sem nome, deve nos lembrar uma espiral em busca da sua verdade com e diante dos outros, solidária: aprendizado." Euler Sandeville Jr. Paisagens Partilhadas. São Paulo: Tese de Livre Docência, FAU USP, 2011.



Conceituação da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento, por Euler Sandeville Jr., 2003
      


O saber quando não humaniza deprava. Refina o crime e torna mais degradante a covardia." (Mikhail Bakunin)

"As máquinas quase tinham sido criadas dentro dele; de qualquer modo, ele tinha sido criado junto delas"
(sobre Johnny, em O Herege; Jack LONDON, 1906).

"A transitividade crítica, [...], se caracteriza pela profundidade na interpretação dos problemas. Pela substituição de explicações mágicas por princípios causais. Por procurar testar os achados e se dispor sempre a revisões. Por despir-se ao máximo de preconceitos na análise dos problemas. Na sua apreensão, esforçar-se por evitar deformações. Por negar a transferência da responsabilidade. Pela recusa de posições quietistas. Pela aceitação da massificação como um fato, esforçando-se, porém, pela humanização do homem. Por segurança na argumentação. Pelo gosto do debate. Por maior dose de racionalidade. Pela apreensão e receptividade a tudo o que é novo. Por se inclinar sempre a arguições."
FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: IPF/Cortez, 2001.






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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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