paisagens partilhadas / territórios educativos

prof. euler sandeville


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foto de Euler Sandeville Jr., Serra do Espinhaço, MG, espécie nativa de Paepalanthus, Eriocaulaceae, 2010.



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PROJETO HELIÓPOLIS (2008)

O projeto foi desenvolvido pelo Núcleo de Estudos da Paisagem da FAUUSP, em parceria com a UNAS do Heliópolis. Fundamenta-se na proposição da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento, idealizada em 2003. Todo o trabalho foi concebido de forma colaborativa e espera-se que o seu blog favoreça uma construção pública dessa experiência, que se quer fundada em princípios éticos, solidários, autogestionados, emancipadores, priorizando o desenvolvimento da sensibilidade artística, do conhecimento, da transformação coletiva da paisagem em que vivemos e promovendo uma cultura de paz. Foi o primeiro trabalho do Núcleo a integrar os princípios de ação colaborativa que vinham sendo desenvolvidos com parceiros externos com a pesquisa de mestrado em desenvolvimento no grupo.

os links a seguir abrem em nova janela:

recomendo visitar o blog do projeto ↑

SANDEVILLE JUNIOR, Euler. Aprender sobre a cidade ou aprender com a cidade?: Projeto arte no Heliópolis ↑ (2009). Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP, São Paulo, n. 28, p. 234-249, dec. 2010. ISSN 2317-2762. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/posfau/article/view/43711>. Acesso em: 10 mar. 2018. doi: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v0i28p234-249.

SOARES, Cláudia Cruz. Heliópolis: práticas educativas na paisagem ↑. 2010. Orientador Euler Sandeville Jr.  Dissertação (Mestrado em Paisagem e Ambiente) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. doi: 10.11606/D.16.2010.tde-01062010-104827 ↑. Acesso em: 2018-03-10.

RESUMO: Essa pesquisa busca mostrar o quanto a luta popular por moradia, educação e saúde foram transformando a paisagem de São Paulo,nesse caso especificamente Heliópolis. Heliópolis possui aproximadamente um milhão de metros quadrados, localizada ao sul do município de São Paulo,região do Sacomã e Ipiranga seus limites são: Avenida Juntas Provisórias, que estende-se até a divisa com São Paulo e São Caetano do Sul que tem como divisor de águas o Rio Tamanduateí e a Av: Guido Aliberti. Fica a 25 km do centro de São Paulo.
A área de Heliópolis como muitas outras áreas abandonadas pertencia ao município de São Paulo é as primeiras famílias chegaram até lá por intermédio do próprio poder público, transferidas da Favela da Vila Prudente e Vergueiro. No início um local inóspito, mas aos poucos foi ganhando calor humano, formas, fluxo,cores,casas, comércio, transporte, escolas,igrejas, postos de saúde, escolas através do movimento popular. Essa pesquisa traz a tona a absorção ao programas governamentais de assistência social, a intenção de transformar Heliópolis em um bairro educador e a crítica ao modelo institucional, contado, relatado pela comunidade que viveu e vive essa transformação constantemente da paisagem.

Conheça através dos links a seguir todo a organização dos trabalhos, inclusive o processo coletivo de construção que levou ao Heliópolis e então o processo coletivo realizado integralmente com os moradores e lideranças.

apresentação ↑

plano de aulas ↑

fundamentação ↑

processo coletivo ↑

depoimento de João Miranda sobre a disciplina ↑

créditos da disciplina ↑

apoio

heliopolis: história ↑

memória dos trabalhos

convocatória 04/09 ↑

proposta04/09 ↑

reunião 23/04 ↑

cartaz reunião 05/05 ↑

cartaz reunião M. do Querosene ↑

cartaz reunião Área Central ↑

relato da etapa inicial ↑

Além da disciplina organizada integralmente com lideranças e moradores do Heliópolis, foram realizadas duas oficinas a pedido dos moradores, cujos cartazes estão abaixo.

 

O projeto envolveu disciplina aberta a todos os interessados organizada conjuntamente com lideranças do Heliópolis. Logo no início dos trabalhos uma condição de extrema violência se verificou contra a população. Externamos nossa solidariedade aos moradores diante das agressões sofridas nos últimos dias (na verdade, desde junho, seis civis, inclusive crianças, foram alvejados nas ruas por tiros de policiais). Manifestamos repúdio a toda e qualquer forma de violência, de onde quer que venha. A paz na cidade tem que ser construída, e não pode ser construída com mais violência e incompreensão, com insensibilidade diante dos dramas humanos que a cidade abriga.

violência no Heliópolis

Que pedagogia nossa sociedade está propondo para o futuro?
















Qual a pedagogia que queremos e podemos propor?
















veja mais imagens do nosso projeto:

                                   

 

 


      










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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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